Para mim, esta é a minha canção favorita do Roberto Carlos. A sonoridade desta canção foge um pouco ao que Roberto Carlos fazia na altura, tal como a letra. Uma Verdadeira Pérola!!!!
domingo, 27 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
FLUIDO (1969)
EP POLYDOR, 1969Com o fim dos Sheiks, Paulo de Carvalho integra o Thilo`s Combo e em 1968 forma a Banda 4, com a qual edita 1 EP. Em 1969, funda OS FLUIDO, com Luis Romão, Cristiano Semedo, Filipe Mendes. No entanto Paulo de Carvalho começa a destacar como solista e muitas musicas dos Fluido são editadas apenas em nome de Paulo de Carvalho. Em 1970, este grupo já não existe.
Em 1971, todas as musicas gravadas com os FLUIDO são lançadas num LP da Polydor com o nome de "PAULO DE CARVALHO".
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
JETS (1967)
EP TECLA, 1967Único disco editado por esta banda de Lisboa para a editora TECLA no ano de 1967. A banda era composta por: Ricardo Levy - guitarra, Júlio Gomes - guitarra solo, Mário Augusto - baixo, João Alves da Costa - bateria e João Vidal Abreu - orgão.
A capa psicadélica é da autoria de Carlos Fernandes. Dos 4 temas apresentados, os melhores acabam por ser os originais, "Let me live my life" e "Chase your blues away". Ambos já com uma sonoridade psicadélica. Um video foi produzido na altura.
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
FERNANDO CONDE - "A LUZ" (1965)
Este tema foi retirado do único disco editado(EP Alvorada) pelo cantor Fernando Conde em Dezembro de 1965. Nesse disco, o acompanhamento está a cargo da banda inglesa THE SATINS, que chegaram a editar um EP em nome próprio também para a Alvorada.
A letra da canção é de João Videira Santos.
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
OS SIDERAIS - "UM BREVE OLHAR" (1967/68)
Um tema inédito por uma banda que nunca chegou a gravar nada em nome próprio. OS SIDERAIS, gravaram com Daniel Bacelar(1966) e Victor Gomes(1967).
Este tema foi composto pelo baixista da banda, Fernando Maurício.
Cortesia de Victor Queiroz.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
CARLOS MENDES - "VERÃO" (1968)
CARLOS MENDES depois de sair dos SHEIKS em 1967, começa com uma carreira a solo. Em 1968 concorre ao Festival da Canção e ganha. Levando assim á Europa o tema "Verão". Musica com uma certa sonoridade Pop/Psicadélica.
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
OS STEAMERS - "I AM A CHANCHO" (1970)
"I am a chancho", ou a vida de um gajo dos suburbios que tenta sobreviver com o pouco que tem no Portugal de 69/70.
Assim era Portugal... Tal como começa a ser outra vez...
Esta canção, com uma letra mordaz e politícamente incorrecta para o Portugal de Caetano, continua mais que actual para o Portugal democrático de hoje em dia. É pena...
Este tema saíu no unico EP lançado por esta banda para a Editora Riso e Ritmo(RR).
sábado, 28 de maio de 2011
LOS ALBAS - "LOS EJES DE MI CARRETA" (1968)
Esta canção é um belo exemplo do chamado Flamenco-Rock.
LOS ALBAS, grupo espanhol formado em 1966 e que durou até quase ao final da década de 70. Este tema foi um dos seus primeiros grandes exitos.
ELISA (1970)
EP RCA, 1970ELISA, uma jovem cantora que editou apenas este EP e mais um SINGLE. Este EP, orquestrado por Filipe de Brito, conta com a participação na guitarra de Filipe Mende. Que assina tambem a composição de 3 das musicas. O disco é composto pelas seguintes canções: "Onde o sol se esconde, Forbiden games, "Robot" Humano, Talismã.
Quatro belas musicas onde a voz perfeita de ELISA se funde com o psicadelismo e alguns toques de Soul.
Outro tesouro perdido da nossa musica que é urgente descubrir...
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terça-feira, 10 de maio de 2011
JACQUES DUTRONC - "L´OPPORTUNISTE" (1968)
Adoro Jacques Dutronc. Um dos melhores cantores franceses de todos os tempos.
terça-feira, 22 de março de 2011
EVOLUÇÃO (1970)
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
OS REIS DO YÉ YÉ NO FACEBOOK
Os Reis do Yé Yé, encontram-se tambem no Facebook :). Quem quiser ser membro, basta procurar.
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
OS JETS: "LET ME LIVE MY LIFE" (1967)
Tema principal do único EP editado pelos OS JETS, banda de Lisboa, para a TECLA no ano de 1967. João Alves da Costa, baterista do grupo e actual escritor e jornalista, uma vez falou de um video com esta mesma musica e realizado por Carlos Cruz em 1967. Será que esse video ainda existe??? Talvez algum dia ainda apareça no YouTube... Era bom...
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
DANIEL BACELAR (1967)
EP MARFER, 1967Este é o ultimo disco editado por DANIEL BACELAR. Foi lançado na editora espanhola Marfer, corria o ano de 1967. Considero este o melhor disco do cantor. DANIEL BACELAR é acompanhado aqui pelos FLIERS. Dos 4 temas, o melhor é "I Wonder Why", escrito por Daniel Bacelar. Outra musica que destaco é "Cigana".
Com este disco, DANIEL BACELAR despedíu-se do mercado discográfico em grande.
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
FASTER PUSSYCAT! KILL! KILL! (1965)
O mais interessante deste filme do director Russ Meyer é o seu inicio. Primeiro o discurso e depois a sequência das "Go Go Dancers" com a musica da banda THE BOSTWEEDS. A musica, a dança frenética, o olhar do que assiste, tudo perfeito!
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
UM CONCERTO NA PROVINCIA (1964)

VITOR GOMES E OS GATOS NEGROS
No verão de 1964, a banda actua na pacata cidade de Tavira. Pelos vistos, muita gente não estava preparada para o que assistiu...
"... Ah! Já nos esquecíamos; Vitor Gomes e os seus "Gatos Negros" também foi bom, não haja dúvida. Nunca se esperou mesmo que aquilo fosse tão bom. Vale até a pena duas palavras sobre isto.
Muita gente não faz a menor ideia do que sejam "Gatos Negros" e o arriscado trabalho a que se expõem; não faz nem pode, pudera, mas realmente trata-se de um curiosíssimo fenómeno que nos deixa perplexos, estupefactos e obliquados em relação ao centro da terra.
Trata-se de um conjunto de quatro espécimes de felinos raros que, com as suas violas eléctricas - claro -, fazem cortina sonora às arriscadas demonstrações de epilépsia aguda de um quinto felino, este muito mais responsável.
Pois estes "gatos", quando se põem a gatear é um caso muito sério e pode-se garantir que, dos outros gatos negros, vulgares ou amarelos malhados, ou mesmo pardos, não fica um só para a amostra num raio de dois quilómetros em volta. Olha que raio! Fogem de pelo eriçado e pupilas incendiadas como se levassem um foguetão "Rangel" instalado na separação das coxas. E, nota curiosa, enquanto estes andam com as quatro patas, aqueles caminham apenas em duas, perdão, queremos dizer dois pés, pelo que, não há dúvida nenhuma, são parecidíssimos com pessoas, apesar de a si mesmo se intitularem "Gatos".
Apresentam-se convenientemente vestidos de sola preta de baixo a cima, lembrando grandes sapatos empinados ao alto, e devem estar em greve com todos os barbeiros do mundo. As trunfas ensombram-lhes o olhar cavo e duro, de quem congemina terríficas vinganças.
Só de vê-los já é bom, um deleite, mas a coisa não fica por aqui.
Quando lhes dá a urticaria nas violas e coçam para ali que é um louvor a Deus, é que a coisa entra realmente a animar. Nem se faz ideia da quantidade de música de sola que cabe dentro duns instrumentozinhos tão frágeis. E tudo twistes, ainda por cima. A propósito, já repararam que os twistes são todos iguais?
Sim senhor, mas ainda a musica é o menos. Isso seria uma vulgar, corriqueiríssima banalidade insossa e suporífica.
Quando Vitor (quinto Gato) entra de roldão, todo empenado e a berrar tanto que nem se sabe se tem a espinha partida, então é que são elas.
A asistencia que já está muda, muda então de posição e de cuidados, nunca sabendo o que pode sair dali.
Depois de Vitor berrar os sete farrapos em várias posições, berra de cócoras muito irritado, não se sabe porquê. Os demais "Gatos" também se põem de cócoras mas menos irritados. Depois arroja-se ao chão - que arrojo! - os Gatos também. Tudo estendido a coçar na barriga. Então Vitor põe o microfone de pés para o ar e revolea-se no sobrado, lembrando os besouros quando de barriga para cima se querem voltar. Os "Gatos" também, mas estes apenas lembram carochas.
Findo isto, Vitor que pretende do público um rugido de gozo que nunca mais chega. - que público estúpido! -, enfada-se, pára com a charanga, põe-se direito - aí é que se vê que tem a coluna vertebral em bom estado -, e diz que assim não pode ser. Ou o público colabora ou não há nada feito. Isto é: um fiasco.
Esta colaboração consiste em o público marcar palmas, flectir as pernas afastadas, menear os quadris descendo até bater com o traseiro no chão. Os braços, que devem estar dobrados, fazem para a frente e para trás, até cheirar a alho. Segundo nos informara, isto é que é dançar o twiste. Todavia, parece que os melhores dançarinos, são os que conseguem tocar com aquela região glútea debaixo do chão, isto é, em alçapão.
A este apelo, alguns adolescentes, uns mais impubres que outros, subiram ao tablado e entraram activamente a joeirar no estilo, com grande gáudio da gataria, pelo qual o Vitor se pôs de pé sobre o piano; isto na impossibilidade de subir aos telhados adjacentes que era, na verdade, o local ideal e típico para as actuações deste conjunto.
Alguns gailoes pançudos, carenas ou artísticos, para se dar ares de jovens e de que andam em dia com a moda, mesmo a mais estúpida, pouco depois entraram também a rebolar as banhas e as varizes, o que deu origem a que muito público deixasse de ligar aos "Gatos" só para os ver.
Nota: uma garota até fez um entorse num pé.
Que coisa bela, que espectáculo, que bom!
Depois destes sucessos, ou desastres, os "GATOS" foram-se embora.
O público de Tavira que, por sentido de dignidade havia resistido, já estava ridicularizado; logo, nada mais havia a fazer.
Foram-se.
Ouvimos depois dizer que contam ir para o sertão africano fazer o mesmo aos pretos e isso é que chocou.
Coitados, mais este azar.
O que faz sofrer o preço da civilização."
Por Sebastião Leiria, em "Jornal do Algarve" de 22/08/1964
- Os meus pais assistiram a este concerto e ainda hoje se recordam da cara de espanto das pessoas ao verem a entrada do Vitor Gomes no palco aos "pinotes".
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